Aerofesta 6 – Impressões de um Manicaca

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Tive a felicidade de encerrar meu primeiro ano de pára-quedismo com excelentes saltos durante a sexta edição do Aerofesta organizada pela Headdown.

Haveria muito que dizer sobre um boogie dessa proporção, mas vou me restringir ao principal aspecto positivo, dentro da minha visão de pára-quedista principiante e calouro do evento.

Tive a felicidade de encerrar meu primeiro ano de pára-quedismo com excelentes saltos durante a sexta edição do Aerofesta organizada pela Headdown.

Haveria muito que dizer sobre um boogie dessa proporção, mas vou me restringir ao principal aspecto positivo, dentro da minha visão de pára-quedista principiante e calouro do evento.
Aprendizado; essa é a palavra que me vem à mente quando me lembro dos saltos de TR, FF e BBF que eu e minha esposa fizemos acompanhados de algumas das lendas do pára-quedismo brasileiro e internacional: Márcia Farkouh, André Ferraz, Juliana Sé, Solly Willians, Joey Jones, Kirk Verner e Max Cohn. Havia ainda muitos outros com os quais não saltei, mas podia vê-los empenhados em atender a todos da melhor forma.

A turma do TR acabava se arranjando melhor pois um LO sozinho poderia atender de uma vez a grupos grandes e fazer vários saltos com as mesmas pessoas, sem despesas com os tickets do câmera e do LO. Eu aproveitei bastante dessa chance.

Claro que havia saltos menores também; só eu e minha esposa juntos fizemos mais de dez saltos “one to one” com coachs de BBF e FF, sempre com os campeões. Em resumo, fizemos juntos 27 saltos, todos filmados e acompanhados de LO’s do evento, que mesmo quando apertados com os “back to back” davam um jeito de fazer longos, detalhados e instrutivos debriefing’s.

É injusto destacar nomes entre tantos LO’s lendários, mas como fiz a maior parte de meus saltos de TR com Solly Willians e FF com Max Cohn, eu não poderia deixar de mencionar a imensa simpatia e atenção recebida desses dois campeões mundiais. Isso me fez lembrar uma foto que vi há muito tempo, na qual Albert Einstein, durante uma viagem de navio, ajudava uma garotinha com seu dever de casa de matemática. Era assim que eu me sentia perante Solly e Max. Muito embora minhas necessidades de aprendizado fossem extremamente elementares diante do conhecimento deles, eles me dispensaram diligente paciência e atenção. Coisas assim fazem uma enorme diferença para quem está começando.

A imensa quantidade de informação que recebi nesses dias me dá a sensação de ter feito um curso intensivo. Ao final do evento eu era um pára-quedista mais maduro e principalmente, mais seguro.

Abraço a todos,
Márcio Rossi



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